ATENÇÃO: Blog sem vínculos institucionais! Instrumento particular do Professor. Este blog não substitui a presença do aluno em classe!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

09 de dezembro de 2009

Emef. M. E. R., 4ºB, 09/12/2009.

ANTES DA AULA:
Alunos brincavam pelos pátios e quadras, sem problemas aparentes.

NA CLASSE:
Recebemos lousas limpas.

Rotina:

- Oração (não obrigatória) ou silêncio.

- Conversa sobre a aula:o que e como teremos; alunos presentes estavam preocupados com encaminhamentos de ocorrências disciplinares externas à sala de aula, fazendo várias perguntas pertinentes e oportunas; dicas sobre como uma quinta série está organizada (um professor a cada aula, aulas vagas e aulas adiantadas).

- Leitura compartilhada: "A mangueira e o capim" - sobre a ilusão da proteção do capim pela árvore grande. Texto integral (abre em nova tela): http://salvemaria.sites.uol.com.br/capim.htm

- Matemática (em grupos):
1ª parte: adição, subtração e multiplicação de numerais decimais - atividades e auto correção.
2ª parte: porcentagem (desconto) - atividade e auto correção.

- Recreio.

- Matemática (em grupos):
2ª parte (continuação): porcentagem (multa) - atividade e correção no caderno.

- Recreação, na medida em que os alunos terminavam os deveres.

- Sala de leitura (17h35), com professora especialista.


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Aula bem participada, sem problemas.
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Conectado com o Professor João César:

http://aulanossa.blogspot.com/ => Fique conectado com as aulas do Professor João César - São Paulo (SP) - Brasil. Transparência verdadeira e não demagógica é permitir que a Comunidade Escolar acesse as aulas e interaja com elas.

http://cotidianoescolar.blogspot.com/ => Ideias e opiniões de fatos do dia a dia escolar. Espaço reservado a uma nova forma de ver o cotidiano escolar.

Destinado somente a Educadores, Educandos e respectivos familiares; mensagens anônimas serão ignoradas.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

08 de dezembro de 2009

Emef. M. E. R., 4ºB, 08/12/2009.

ANTES DA AULA:
Alunos brincavam alegremente pelos pátios e quadra, sem problemas aparentes.

NA CLASSE:
Recebemos lousas como ontem.

Rotina:
- Educação Física (13h30), com o professor especialista - avaliação das aulas em 2009.

- Oração (não obrigatória) ou silêncio.

- Conversa sobre a aula: o que e como teremos, recordação e sentido da leitura compartilhada de ontem (A menina e o pássaro encantado); chamada.

- Lembrança dos aniversariantes de novembro e dezembro.

- Leitura compartilhada: "O Menino Jesus e o Papai Noel" (sobre o sentido do verdadeiro papai noel [caridade, solidariedade] e o verdadeiro aniversariante [Menino Jesus] que veio para dar sentido a existência da criança).

- Leitura explicativa de texto distribuído semana passada: "Símbolos do Natal" - verificação de fotos que mostram parte desses símbolos. Algumas dessas fotos (site externo, Flickr):

Paroquia S. Jose do Jaguare - Decoracao Natalina Externa
Natal na Paroquia Sao Jose do Jaguare
Natal na Paroquia Sao Jose do Jaguare
Paróquia São José do Jaguaré. Decoração Natalina Interna (06/12/2009)
Paróquia São José do Jaguaré. Decoração Natalina Interna (06/12/2009)

- Atividade em grupos: ilustração e escrita sobre os símbolos de natal.

- Recreio.

- Festa de despedida - todos os quartos anos. Festa organizada previamente pelos alunos, com autorização da Direção. Dois ambientes: sala de comes e bebes, sala de danças. Foto coletiva para recordação.

- Agradecimentos e palavras finais (não me despedi, pois estamos no mesmo bairro, somos COMUNIDADE; coloquei-me à disposição de todos os alunos e familiares para o que precisarem - estarei na escola para quem quiser vir, convidei para visitarem minha nova escola para o ano que vem).

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Aula muito emocionante, bem participada. Problemas foram resolvidos de forma autônoma pelos alunos.
Valeu a pena este ano. Todos de parabéns. Saudades.....
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Conectado com o Professor João César:

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

07 de dezembro de 2009

Emef. M. E. R., 4ºB, 07/12/2009.

ANTES DA AULA:
Alunos brincavam pelos pátios e quadra, sem problemas aparentes.

NA CLASSE:
Recebemos a lousa da frente limpa, mas a de trás com escritos - como semana passada.
O botão do ventilador estava arrancado - já no sábado durante a mostra cultural, o outro já tinha sido arrancado.

Rotina:
- Educação Física/Sala de Leitura (13h30 até 15h.), com os professores especialistas (vídeos).

- Oração (não obrigatória) ou silêncio.

- Conversa sobre a aula: o que teremos e como; chamada.

- Leitura compartilhada: "A menina e o pássaro encantado". - confira logo abaixo.

- Recreio.

- Organização dos materiais dos alunos, com a colaboração de todos.

- Entrega de lembranças para os alunos.

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Aula bem participada, todos colaboraram, sem problemas aparentes - apenas agitação normal de final de ano.
Alunos presentes ajudaram a organizar materiais de quem faltou e de quem mudou de escola.
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Dedico o texto abaixo, lido diretamente no livro original, a todos os estimados alunos. A saudade e a partida é própria da vida, mas seremos sempre amigos. Obrigado, de coração, por este ano maravilhoso. Deus esteja sempre com vocês. "É preciso partir, para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar" (Rubem Alves, em "A menina e o pássaro encantado") - "Somos responsáveis pelo que cativamos" (Exupery, em "O Pequeno Príncipe")

A Menina e o Pássaro Encantado

(Rubens Alves)

Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado. Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...

Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
"– Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto que eu vi, como presente para você..".

E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro. Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
"... Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes." E de novo começavam as estórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isso voltava sempre. Mas chegava sempre uma hora de tristeza.

"–Tenho que ir", ele dizia. "- Por favor não vá, fico tão triste, terei saudades e vou chorar....".
"–Eu também terei saudades", dizia o pássaro.
"–Eu também vou chorar. Mas eu vou lhe contar um segredo: as plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios... E o meu encanto precisada saudade, aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar." Assim ele partiu.

A menina sozinha, chorava de tristeza à noite, imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa destas noites que ela teve uma ideia malvada.

"- Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades, e ficarei feliz".

Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.

Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz. Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.

"– Ah! Menina... Que é que você fez?
Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora..."

A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ia ficando diferente. Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio; deixou de cantar. Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo...Até que não mais aguentou.

Abriu a porta da gaiola.

"- Pode ir, pássaro, volte quando quiser...".

"- Obrigado, menina, eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente. Sempre que você ficar com saudades, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita. E você se enfeitará para me esperar..."

E partiu. Voou que voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia."- Que bom", pensava ela, "meu pássaro está ficando encantado de novo...".E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos; e penteava seus cabelos, colocava flores nos vasos..."- Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje..." Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar ele haveria de voltar.

AH! Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama...E foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento.- Quem sabe ele voltará amanhã.... E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.

Fonte: http://textosmeditativos.blogspot.com/2005/12/menina-e-o-pssaro-encantado.html
Sobre o autor, Rubem Alves, visite o site "A Casa de Rubem Alves": http://www.rubemalves.com.br/

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Conectado com o Professor João César:

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Destinado somente a Educadores, Educandos e respectivos familiares; mensagens anônimas serão ignoradas.

sábado, 5 de dezembro de 2009

05 de dezembro de 2009 - MOSTRA CULTURAL

05 de dezembro de 2009 - MOSTRA CULTURAL (das 10h. até as 15h., aberta ao público).

Arrisco nomear de Mostra da Diversidade Cultural, Mostra da Persistência Pedagógica.

Mostra da Diversidade Cultural:
Nas classes foram expostos trabalhos desenvolvidos ao longo do ano, de acordo com a temática de cada série do ciclo; no palco deu-se uma grande diversidade cultural, desde o Hip Hop até a Música Clássica; no 4º ano D alunas fizeram peças teatrais interagindo com os presentes, por meio de confecção de dobraduras relacionadas a cada lenda contada; no corredor superior, professora da Sala de Apoio Pedagógico interagia, junto com seus alunos, com os presentes, a partir de tema natalino.

Mostra da Persistência Pedagógica:
Produziu-se e mostrou-se muito com o pouco disponível. Infelizmente o ano está em seus momentos finais e o estoque de materiais disponíveis para confecção de trabalhos também, o que causou certo estresse. Estresse esse que levou a ruidos enormes de comunicação entre gestores e docentes (e vice versa). Detalhe especial, nesta falha de comunicação: esqueceu-se de convidar formalmente, via convite antecipado, os discentes e seus familiares (ocorreu apenas o convite feito pelos docentes para suas respectivas turmas), o que culminou em baixíssima presença da comunidade local (até que vieram muitos, se for considerado a falta de solenidade no convite).

Mostra Cultural ao longo dos anos
A primeira mostra cultural que a EMEF M. E. R. teve foi em 1997, por ocasião do aniversário de seu patrono, um educador militar praticamente desconhecido. Diante disso, optou-se em festejar o grande educador, conhecido mas muitas vezes deturpado, Paulo Freire. Dai o título, por anos, de Mostra Cultural Paulo Freire.

Em suas primeiras edições (1997 a 2000) a Mostra Cultural Paulo Freire teve enorme adesão da comunidade local, a qual já estava em grande quantidade antes mesmo dos portões serem abertos, e permanecia nas dependências da Escola até mesmo após o horário previsto para o término.

A partir de 2000 sentiu-se um progressivo desinteresse por parte da comunidade local em participar das atividades abertas da EMEF M. E. R. Muitos atribuem o fato da Escola receber, naquele ano, alguns alunos recem chegados no bairro, que não tinham tradições em participar. Outros atribuem o fato a mudança da equipe gestora da Escola, equipe essa que esteve à frente de mudanças enormes na escola, no que diz à identificação da comunidade local com a unidade escolar.

Desde então, a Mostra Cultural perdeu o nome de seu homenageado, e foi perdendo a adesão da população local, se bem que a comunidade ainda frequentava-na em quantidade grande. Em 2008, quando muitos professores que conduziam com entusiasmo a Mostra Cultural se aposentaram ou se removeram, o evento passou a ser encarado apenas como uma reposição prevista em calendário escolar, traduzindo, de certa forma, um clima interno que vinha se estabelecendo na escola já há algum tempo e, agora criou raizes e cresceu: trocar a Educação (no sentido amplo, de formação do ser humano integral) pela educação (mero cumprimento de calendário e orientações curriculares); trocou-se o
entusiasmo pelo burocrático. E a Mostra Cultural, como um termômetro de envolvimento da Comunidade com a Escola, mostrou o grande distanciamento entre ambas (isto não quer dizer que não haja mais educadores comprometidos e famílias que desejam continuar participando - existem sim, mas sentem que seu espaço está cada vez mais limitado).

Mostra cultural como registro histórico
Desde o inicio a Mostra Cultural foi registrada por alguns professores, ora para seu arquivo pessoal, ora para perpetuar esses momentos importantes. Mas nenhum desses registros teve caráter institucional. Ou seja: a Escola não possui um registro formal, de seu uso e propriedade, das Mostras Culturais. Há necessidade urgente de se resgatar esse registro institucional, é uma questão de identidade.

Mostra Cultural na Era da Informática
Quem não registra sua história corre o risco de perder o controle sobre a mesma (a História do Brasil que o diga, sempre registrada pelos "de fora", nunca pelo seu povo, conservado por muito tempo no analfabetismo).

Hoje o analfabetismo é outro: não possuir conhecimentos de informática para usá-los em seu benefício. Dai a necessidade de encarar com seriedade e urgência o registro da Mostra Cultural e disponibiliza-lo de forma informatizada.

Veja bem: esse registro e divulgação via novas mídias os alunos já fazem (por meio de seus telefones celulares e das diversas redes sociais), quer queiramos ou não. Precisamos acordar para essa realidade e fazermos nossos registros de forma pedagógica e organizada. Precisamos ter cuidado em utilizar a internet sim (ela é como a rua de nossa casa - por isso não devemos abrir a porta a qualquer um), mas evitar paranóias do tipo "nada pode", "tudo é proibido", "tudo é perigoso" etc. Enquanto pensamos e agimos assim, outros fazem e divulgam o registro em nosso lugar e, pior ainda, das formas das quais não gostaríamos e sem que possamos ter qualquer tipo de controle sobre isso.

Nesse sentido precisamos encarar a internet como uma poderosa ferramenta de divulgação de nossos eventos, de nossa memória. A questão de privacidade deve existir sempre sim, devem haver critérios sérios na divulgação de imagens, com toda certeza. Mas ignorar que, em qualquer lugar estamos sendo filmados/fotografados e que essas imagens podem ser usadas em nosso favor (ou não) é viver no analfabetismo referido anteriormente aqui.

Como disse, certa vez, um advogado, quem não quer ter sua imagem divulgada, nessa sociedade informatizada, deve sair com um saco de papel na cabeça, cobrindo-a. Segundo esse mesmo advogado o que se pode questionar é o uso da imagem , não a imagem em si. E usar a imagem de uma Mostra Cultural como perpetuação de algo belo e importante, é muto diferente do que usa-la de modo aleatório, sem sentido algum - como muitos fazem e nós nem desconfiamos.

Por isso a insistência desde 2006: registro organizado, com finalidade clara e divulgação. Pode ser uma forma de resgatar a identidade um tanto perdida da Mostra Cultural, como posto neste artigo.

Em tempo:
Estou disponibilizado, como costume, para a Escola, cópia de meu aquivo pessoal, a fim de que a mesma comece a organizar e publicar um acervo sobre a Mostra Cultural. Espero também a autorização de veicular as imagens mais genéricas (aquelas que não são closes, por exemplo) em meus blogs particulares (nem isso posso, mas outros podem, e sem critério algum).

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

04 de dezembro de 2009

Organização da Mostra Cultural, a realizar-se neste sábado, 05 de dezembro de 2009 (adiada de sábado passado, 28 de novembro, por causa da inauguração do CEU Jaguaré).

Professores e alunos montaram atividades - mesmo com material escasso, se comparado com Mostras de anos anteriores.

Detalhe: por motivos ignorados, a Escola não enviou convite antecipado aos alunos e respectivos familiares - apenas professores convidaram-nos com antecedência, verbalmente e com recado na lousa, na espera de convite oficial por parte da Escola.

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